Em tempos de crise, reduzir custos e fazer seu negócio online prosperar pode ser um grande desafio. Porém o grande diferencial está nas decisões que serão tomadas durante esse período, as quais definirão o destino da empresa. 

Muito se questiona se a economia mundial está entrando em uma recessão. Em um momento em que os países buscam se recuperar dos efeitos da pandemia, vê-se muitos desafios emergentes. Com o dólar em queda, a China ameaçada pela nova onda de covid e na Europa a crise do custo de vida, a situação é realmente preocupante. 

No Brasil, o cenário também é crítico, sob uma inflação de dois dígitos e o aumento dos juros. A conclusão natural, diante deste panorama, é a chegada de dias difíceis para o Estado, as famílias e os negócios de todas as esferas e tamanhos. 

Muitas empresas, de grande e médio porte, inclusive unicórnios, estão demitindo em massa e encerrando as atividades de diversas filiais pelo Brasil. A famosa rede de moda a varejo, Forever 21, já começou um movimento para fechar as portas no país. No instagram da marca, foram anunciadas liquidações em, pelo menos, cinco lojas.

Como esperado, alguns setores de e-commerce também já começaram a sofrer retrações. Segundo um estudo feito pela Conversion em Junho de 2022, além de turismo e o setor de comidas e bebidas, a área de educação, livros e papelaria esteve entre as mais impactadas, registrando uma queda de -2,3% em relação ao mês anterior.

As distorções no mercado de e-commerce: como isso afeta seu negócio?

As recentes distorções do mercado de e-commerce são uma grande preocupação em tempos instáveis. Com os marketplaces cobrando 30% na cadeia, muitos lojistas têm tido seus negócios sufocados. Para piorar, muitas plataformas de e-commerce e checkout tem seguido este mesmo modelo de cobrança.

A realidade torna-se um pouco mais mordaz, quando chegamos à conclusão de que tanto essas plataformas quanto os marketplaces estão com a garantia de suas contas pagas no final do mês, enquanto o vendedor carrega consigo a “incerteza do amanhã”.

Além dos custos essenciais, tais como o de aquisição, manutenção, assim como o operacional, há a necessidade de investir em marketing e o dever de pagar os impostos ao governo. Com todos esses gastos, somados às taxas exorbitantes sobre as vendas, quanto sobrará para a operação?

Ainda é preciso encarar o fato de que ter um produto em um marketplace não é garantia de venda. Em meio a tantos anunciantes, a única forma de ser exibido no topo da lista é desembolsando um valor a mais para isso.

Diante de tais premissas, em um cenário de alta inflação e crise de demanda, o custo do produto aumentará. Portanto, haverá duas saídas para quem tem um negócio online: elevar o preço de venda ou reduzir custos para ampliar a margem de lucro.

Principais tendências entre consumidores e empreendedores

Um estudo da KPMG, revela que a primeira tendência é o desejo do consumidor de comprar mais e pagar menos, levando-o a pesquisar até encontrar o valor ideal. E, tendo em vista a iminência de uma queda no volume de vendas, devido à inflação, aumentar o preço do produto torna-se uma escolha arriscada. Na maior parte dos casos, o cliente optará por um preço mais competitivo entre os concorrentes.

A segunda tendência é que os lojistas reconheçam a necessidade de reduzir os custos operacionais. O empreendedor buscará a preservação do caixa, evitando gastos desnecessários. Ou seja, será preciso fazer mais com menos, para garantir a lucratividade da empresa nos próximos anos.

Como reduzir os custos e aumentar a rentabilidade do seu negócio online?

Melhorar a rentabilidade é uma das medidas primordiais em tempos de crise. E, talvez, aumentar o volume de vendas pode parecer um caminho natural para quem busca esse objetivo. Mas, esta decisão exigirá um investimento significativo em variados recursos, sejam eles no volume de compras, ou mesmo, no pagamento de horas extras aos colaboradores. Desta forma, é de fácil conclusão que esta pode não ser a melhor solução. O ideal é que a busca por uma melhor rentabilidade esteja ligada à preservação do caixa. Estamos falando de otimizar operações, quando investir em qualidade importa mais que a quantidade.

O empreendedor precisará se dedicar com maior intensidade aos estudos de marketing e vendas para que, consequentemente, haja um aumento no fluxo de clientes. Estar integrado a conceitos de mídia, relacionamento e conversão, assim como ao conhecimento de uma estrutura de vendas eficiente é essencial.
Será preciso, portanto, focar na liquidez do negócio, identificando e eliminando custos desnecessários, para alcançar um aumento da margem de lucro.

Mas, como aumentar o lucro quando a plataforma onde você opera o esmaga cobrando altas taxas sobre as vendas?

A solução é buscar por uma estrutura que tenha os pilares essenciais para venda, mas que não esmague seu lucro. Embora seja o mais comum, o famigerado modelo de cobrança sobre cada transação não é o único existente. Hoje o mercado oferece uma variedade de opções para o empreendedor que deseja ter um negócio verdadeiramente rentável.

O problema do modelo “Só paga se vender”

Embora muitas plataformas propaguem a ideia de que o modelo “só paga se vender” é uma vantagem, na realidade isso não se mostra tão proveitoso. Pois, no final, o valor descontado acaba por engolir boa parte do lucro do vendedor.

Fizemos um levantamento das taxas praticadas pelas plataformas e pelos gateways de pagamento do mercado brasileiro. Ao longo do estudo, descobrimos que essas plataformas cobram, em média, uma taxa de 8% sobre as vendas, independente da forma de pagamento ser à vista ou à crédito. Por outro lado, os gateways de pagamento tradicionais cobram, em média, 2,98% para vendas no cartão de crédito, 0,99% para PIX e R$ 2,99 fixo por boleto pago. As taxas podem variar e quanto maior a faixa de faturamento, maior é o seu poder de negociação.

Com essa rápida comparação, fica claro que existe um grande potencial para reduzir custos e aumentar a rentabilidade do negócio. Mediante isso, talvez você considere a possibilidade de desenvolver um checkout próprio. Todavia, esta é uma alternativa que exige um alto investimento em uma equipe especializada e, posteriormente, em sua manutenção. Além do mais, haverá uma série de outras atividades que terão que fazer parte deste projeto “solo” após o cliente passar pelo checkout, tais como liberação ou envio do produto, emissão de nota fiscal, entre outras.

O ideal é que, junto a um gateway tradicional, você opte por uma plataforma que o ajude a gerenciar as demais atividades do negócio online. Desta forma, além de economizar, você poderá dedicar tempo a atividade principal de sua empresa, assim como na aquisição de conhecimento necessário para impulsioná-la.

Solução Guru + parceiro de pagamento: flexibilidade e baixo custo

A Digital Manager Guru é uma plataforma de checkout e gestão de vendas que nasceu com o propósito de mudar a realidade do comércio online aplicando um modelo de mensalidade fixa e propondo o fim das taxas sobre vendas. Nossa missão consiste em entregar uma solução completa, flexível e que deixa mais dinheiro na mão do vendedor.

A plataforma traz um checkout otimizado e sem carrinho de compras ao qual você pode integrar um gateway de pagamento e começar a vender rapidamente. A partir daí, você poderá conectar ferramentas para automatizar processos, acompanhar resultados de marketing e ter uma visão centralizada do negócio através de dashboards.

De janeiro de 2021 a março de 2022, os clientes Guru economizaram juntos mais de R$ 16 milhões de reais, em comparação com as taxas cobradas por plataformas de e-commerces, infoprodutos e marketplaces. Ao migrar da plataforma “só paga se vender” para a solução Guru + parceiro de pagamento, esses empreendedores viram uma redução de até 40% nas taxas para cartão de crédito e levaram o custo das vendas com boleto e PIX para quase zero.  Isso mostra que o Guru se tornou a solução ideal para todo empreendedor que paga taxas acima de 3% sobre as vendas para a plataforma atual. 

Ao considerarmos, por exemplo, um lojista que fatura 200 mil reais mensais, tíquete médio de R$ 150, e que paga uma taxa de 8.99% mais R$ 1 real fixo por venda, despende de seu caixa uma média de 19 mil reais ao mês para a plataforma atual. Ao migrar para a solução Guru + parceiro de pagamento, esse mesmo lojista  reduz o custo mensal da operação para algo em torno de 7 mil reais, incluindo os custos com gateway de pagamento e a contratação de um plano adequado ao volume de vendas. Portanto, economiza em torno de 12 mil reais por mês ou 147 mil reais por ano!

Para ajudá-lo a analisar o seu cenário, criamos uma calculadora: adicione os dados de seu faturamento e descubra o quanto pode economizar.

Enfim, no Guru você tem acesso a uma série de benefícios que, além de proporcionarem uma visão unificada e detalhada do seu negócio, impulsionarão o crescimento dele. Tudo isso por uma mensalidade fixa baseada no volume de vendas e não um percentual sobre cada venda realizada. Como resultado, haverá mais dinheiro em caixa e você poderá manter a qualidade do seu negócio, maximizando-o diariamente. Clique aqui para conhecer nossos planos e começar um teste grátis hoje mesmo.

Conclusão

A sobrevivência de seu negócio online depende de uma boa gestão financeira, o que está diretamente relacionado a uma preservação consciente do caixa. Para isso, você precisa alinhar suas decisões com foco na redução de custos operacionais, evitando o desperdício de dinheiro. É preciso, portanto, reconsiderar os recursos utilizados e entender como eles afetam a rentabilidade da empresa. Além do mais, investir em estratégias de marketing será essencial para aumentar o fluxo de clientes. Desta forma, você terá um negócio imune aos tempos de crise e terá a oportunidade de vê-lo prosperar mesmo em tempos difíceis.

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