Building Together 2026: o movimento que transforma agências em arquitetas de negócios digitais

O Building Together 2026 é um movimento criado pela Digital Manager Guru para reposicionar agências como protagonistas do crescimento dos seus clientes.

Em vez de atuar como revendedoras de ferramentas, as agências passam a construir operações de receita mais lucrativas, previsíveis e eficientes, com base em três pilares:

  • mais vendas
  • mais margem
  • menos complexidade operacional

Na prática, isso significa abandonar o modelo tradicional baseado em comissões e dependência de plataformas, e assumir o controle real da operação de vendas, com dados, automação e uma infraestrutura robusta por trás.

Se você sente que sua agência entrega muito, mas captura pouco valor, este movimento foi criado exatamente para você.

O mercado de marketing digital e SaaS acostumou-se a colocar as agências no papel de revendedoras. Na prática, elas indicam ferramentas em troca de comissões pequenas e seguem afastadas das decisões mais estratégicas dos clientes.

Esse modelo cria um ciclo previsível: dependência de plataformas, pouca profundidade estratégica e clientes insatisfeitos com os resultados.

Foi ao identificar esse cenário que a Digital Manager Guru decidiu agir. Fiel ao princípio de questionar padrões limitantes, a empresa lançou, em 2026, o Building Together.

O movimento combina tecnologia, dados e parceria para reposicionar as agências como protagonistas. 

A proposta é simples: sair da lógica de revenda e assumir o papel de quem constrói soluções e estratégias de alto impacto, dentro de um ecossistema mais colaborativo e sustentável.

Neste artigo, você vai descobrir como esse movimento está virando a chave do mercado e abrindo um novo caminho para agências e empreendedores.

Por que o Building Together nasceu?

O Building Together surgiu porque as agências e seus clientes enfrentavam perdas em duas frentes:

Dor operacional Dor financeira

Gasta‑se muito tempo e dinheiro conectando ferramentas, corrigindo webhooks e configurando rastreamentos “cegos”. Essa complexidade impede a agência de comprovar o ROI de suas campanhas e cria obstáculos na automação de vendas. Falhas de integração e falta de dados confiáveis geram perda de eficiência e prejudicam decisões.

Muitas plataformas de pagamentos cobram percentuais sobre cada transação, engolindo a margem dos vendedores. Sem dinheiro no bolso, o cliente não reinveste em tráfego nem cresce, e a agência não escala. O modelo atual coloca a plataforma no centro, e não o vendedor.

Além dessas dores, a lógica de “programa de parceiros” passou a dominar o mercado de SaaS. 

As empresas transformaram as agências em SDRs premium, focados em indicar softwares em troca de comissões, em vez de criar valor real para o cliente. O Building Together nasce para quebrar esse ciclo e oferecer um caminho diferente.

Os pilares do movimento

O Building Together não nasce de teoria, mas de problemas reais vividos todos os dias por agências e seus clientes. Por isso, seus pilares não são promessas abstratas, e sim respostas diretas às principais ineficiências do mercado.

A lógica é simples: antes de falar em crescimento, é preciso eliminar o que está travando o resultado. E é exatamente aí que a Guru entra, conectando tecnologia e estratégia para resolver três pontos críticos do negócio.

1. O vendedor está vendendo mais? 

Em muitos casos, o problema não está na campanha, no criativo ou no tráfego. Está no momento mais crítico da jornada: o checkout. Fluxos longos, páginas lentas e fricções na finalização reduzem drasticamente a conversão, mesmo quando há demanda.

A Guru resolve esse problema com um link de pagamento com esteroides, direto e otimizado, que transforma intenção em venda. 

Com taxas superiores a 84% e compatibilidade com vendas únicas e recorrentes, a plataforma atua exatamente onde o resultado acontece: no fechamento.

2. O vendedor está aumentando a margem? 

Grande parte dos negócios digitais aumentam o faturamento, mas não o lucro. Taxas sobre transações consomem uma fatia relevante da receita e limitam o reinvestimento em tráfego, produto e escala.

A Guru muda essa equação com um modelo de taxa zero

Em vez de pagar um percentual sobre cada venda, o negócio opera com uma mensalidade fixa e escolhe o processador mais vantajoso. Ou seja, tem mais dinheiro no caixa, mais previsibilidade e mais capacidade de crescimento sustentável.

3. O vendedor está reduzindo a dor operacional? 

A operação de vendas digital, sem a estrutura certa, rapidamente se torna um emaranhado de integrações frágeis. Webhooks que falham, rastreamentos imprecisos e horas gastas em configurações impedem a agência de escalar e de provar o próprio valor.

A Guru elimina essa complexidade ao centralizar a operação em uma única infraestrutura.

Com mais de 150 integrações nativas, rastreamento de ROI em tempo real e automações que cobrem todo o ciclo de vendas, a plataforma reduz o esforço operacional e devolve tempo para o que realmente importa: estratégia e crescimento.

Infraestrutura da Guru: o motor de receita sem taxa

A Guru é uma camada de serviços robusta sobre as vendas, desenhada para devolver ao negócio a soberania sobre sua receita. Seu diferencial está em entregar todos os elementos críticos da operação em um único lugar:

Infraestrutura guru: motor de receitas sem comissão

A combinação dessas ferramentas cria uma operação integrada em que o checkout deixa de ser um gargalo e se torna o cérebro da venda. A partir dele, a agência controla dados, automatiza tarefas e cria novas fontes de receita, sem pagar comissões ou depender de múltiplos fornecedores.

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O que muda quando a agência entra no Building Together?

Participar do Building Together não significa ganhar um selo ou status, significa adotar uma nova mentalidade. 

Em vez de “surfar ondas” passageiras que perpassam inbound, e‑commerce ou IA, as agências se tornam arquitetas de negócios. Ao entrar no movimento, a agência:

O checkout deixa de ser detalhe e vira centro da receita

A agência passa a operar no ponto em que a conversão realmente acontece. Em vez de concentrar valor em etapas intermediárias, como lista de e-mails ou carrinho, ela otimiza o checkout para aumentar vendas, margem e previsibilidade.

A agência deixa de vender horas e passa a criar ativos

Com dados, automações e uma estrutura mais inteligente, a agência ganha liberdade para transformar conhecimento em novas ofertas: serviços proprietários, operações recorrentes, consultorias mais robustas e até produtos SaaS.

A remuneração deixa de ser teto e vira participação no crescimento

Com modelos como split de pagamentos, a agência pode ser remunerada não só pela execução, mas pelo resultado que ajuda a construir. Sai da lógica do fee travado e entra em uma relação em que performance e estratégia geram retorno compartilhado.

Remove fricções e o ROI fica evidente

As integrações reduzem falhas, eliminam dependências frágeis e permitem rastrear cada conversão com clareza. Assim, a agência sai do campo da promessa e prova seu valor com números concretos.

Foca no cliente como indicador de sucesso

A agência madura não mede vitória pelo que extrai da operação, mas pelo que ajuda o cliente a vender e lucrar. Quando o cliente cresce com consistência, a agência cresce junto. Esse passa a ser o indicador que realmente importa.

Essa transformação tira a agência da posição de executora tática ou “SDR premium” e a eleva ao nível de estrategista. Ela deixa de depender de modas e passa a construir ativos duradouros.

Como a análise preditiva ajuda na previsão de vendas

Para que você visualize a magnitude dessa revolução, selecionamos marcos e trajetórias de parceiros que mudaram o rumo da história do mercado digital. Confira:

Tiago Oliveira: de gestor de fornecedores a parceiro de receita

Antes da Guru, Tiago Oliveira, da O.S. Gestão em Eventos, atuava como uma agência tradicional: organizava estrutura, gerenciava fornecedores e garantia a execução do evento. A receita vinha desse modelo operacional, com pouca participação no resultado do cliente.

A virada veio ao identificar uma oportunidade ignorada: a venda de ingressos. Seus clientes, em geral médicos organizando congressos, não dominavam marketing ou vendas, o que gerava baixa eficiência e receita perdida.

Com a Guru, Tiago ampliou sua atuação. Passou a estruturar toda a operação de vendas, incluindo o marketing digital. O impacto foi direto: mais vendas, mais previsibilidade e menos complexidade para o cliente.

Ao mesmo tempo, deixou de ser apenas prestador e passou a participar do resultado. Estruturou um modelo de remuneração por performance, com split de pagamentos, criando uma nova fonte de receita sem depender só de contratos fixos.

O que era gestão virou um produto escalável, alinhado ao sucesso do cliente. É esse o tipo de transformação que o Building Together propõe: agências que deixam a execução e assumem o papel de parceiras reais de crescimento.

“Já utilizei todas as plataformas possíveis, e a Guru foi a única que me ofereceu transparência, sem cobranças abusivas de taxas e com uma gestão simples dentro do dashboard. Hoje, não troco a Guru por nada, porque ela atende às minhas necessidades e também às dos meus clientes, que eu levo para a Guru.”

– Tiago Oliveira, O.S. Gestão em Eventos.

Rodrigo Vincenzi: de taxas abusivas a uma operação mais rentável

Antes de conhecer a Guru, Rodrigo Vincenzi, cofundador da Stint Educação, já vivia o crescimento da empresa, mas também o peso das taxas cobradas pelas plataformas de venda de cursos. Com a operação ganhando escala, esse modelo ficou cada vez mais inviável.

Com a Guru, a empresa passou a vender e entregar seus produtos digitais com mais eficiência e menor custo. Em quase 3 anos de uso, Rodrigo estima que a plataforma já gerou cerca de R$4 milhões em economia para o negócio.

Mais do que tecnologia, a Guru se tornou uma parceira estratégica, ajudando a Stint a crescer com mais margem, comodidade e suporte. É esse tipo de transformação que o Building Together busca construir: empresas que crescem com parceiros de verdade.

“Sem brincadeira, a Guru já deve ter economizado uns R$4 milhões para a gente em praticamente 3 anos. Hoje, ela me oferece economia, comodidade e tecnologia. De fato, é um parceiro estratégico.”

Rodrigo Vincenzi, cofundador da Stint Educação

Marcos de sucesso

O Building Together não surgiu do nada. Ele é resultado de uma trajetória consistente da Guru em questionar um mercado que, por muito tempo, priorizou plataformas em vez de clientes. A proposta sempre foi diferente: crescer junto, com base em valor real e parcerias que funcionam na prática.

Os resultados mostram que esse caminho faz sentido:

  • Reconhecimento externo: pelo segundo ano consecutivo, a Guru foi eleita uma das TOP 10 melhores PMEs do setor de software em Portugal pela SCORING. O reconhecimento reforça três pontos centrais: uma estrutura financeira sólida e consistente, crescimento com qualidade e margens saudáveis, e disciplina na execução.
  • Presença global: a infraestrutura da Guru já opera em mais de 20 países, com mais de R$10 bilhões processados e mais de 755 milhões de cliques rastreados. Hoje, mais de 7 mil empresas utilizam a plataforma.
  • Experiência do cliente: além da performance, a Guru também se destaca pela qualidade do suporte, com reconhecimento como uma das melhores em atendimento ao cliente em plataformas de avaliação como o Capterra.
  • Histórias reais: por trás dos números, estão histórias concretas de transformação. O Valter Carvalho, da Waspeed, saiu de um projeto secundário para transformar seu negócio na principal fonte de renda, escalando suas vendas. O Tiago Almeida, da DevZapp, ganhou eficiência operacional e liberdade para focar na estratégia, em vez de ficar preso à execução. Já a Luciana Brites, com a Neurosaber, ampliou o alcance do seu trabalho e conseguiu impactar milhões de crianças com sua metodologia. Confira na íntegra todas as histórias e, de quebra, olhe nossa página de clientes felizes.

Esses resultados demonstram que a combinação de infraestrutura robusta e movimento estratégico gera crescimento sustentável tanto para a Guru quanto para suas agências parceiras.

Como medir o sucesso?

Um dos diferenciais do Building Together é a simplicidade das métricas. Em vez de perseguir indicadores de vaidade, o movimento foca diretamente em Volume de Vendas e em Faturamento Líquido do cliente. 

Esses números são acompanhados em tempo real por dashboards que conectam dados de campanha, tickets e assinaturas. 

Se o vendedor migra para a Guru, deixa de pagar taxas abusivas e a agência otimiza o tráfego com rastreamento inteligente, o resultado é lucro imediato e crescente. 

A consequência natural de uma operação eficiente é mais dinheiro no caixa e margem preservada, e isso pode ser medido objetivamente.

Como fazer parte do movimento?

Ao contrário de programas tradicionais, o Building Together não exige formulários complexos nem taxas de adesão. Para entrar:

  1. Crie uma conta na Guru: qualquer agência pode experimentar a plataforma por 14 dias sem cartão de crédito. Durante esse período, ela testa o checkout, integra seus aplicativos e entende como a operação flui.
  2. Domine a tecnologia: a agência que já usa a Guru e está comprometida em construir operações mais lucrativas para seus clientes já faz parte do movimento. Não há necessidade de selos ou gamificação, o critério é o compromisso com o sucesso do cliente.
  3. Desfrute das soluções: a Guru convida as agências a participar de eventos presenciais e webinars para compartilhar dores e criar novos serviços. A Guru ajuda a agência a criar uma solução melhor e mais completa para o cliente final com tudo que oferece no sistema. O foco é construir produtos e processos duradouros, não apenas buscar picos de vendas momentâneos.

Conclusão: o futuro das agências começa agora

O Building Together 2026 é mais do que um programa de parceiros; é um manifesto de emancipação financeira e operacional

Esse movimento devolve às agências a autonomia de atuar como arquitetas de negócios, equipadas com dados, automação e um checkout que realmente converte. 

Em vez de viver de comissões e modismos, as agências passam a medir seu sucesso pelo sucesso dos seus clientes. A Guru, ao criar uma infraestrutura de receita sem taxas e com inteligência de dados, serve de plataforma para essa mudança.

O Building Together convida você a construir o próximo capítulo do mercado: vender e lucrar mais com estrutura de ponta. Junte‑se ao movimento e ajude a transformar o ecossistema digital em um lugar de crescimento real, colaboração e prosperidade.

Resumo final

O Building Together 2026 não é apenas uma iniciativa da Guru. É uma resposta direta a um mercado que acostumou agências a operar como intermediárias, e não como protagonistas.

Ao colocar o cliente no centro e alinhar tecnologia, dados e modelo de receita, o movimento muda a lógica do jogo: quem ajuda o cliente a vender mais, lucrar mais e operar melhor, cresce junto.

E isso não acontece com mais ferramentas. Acontece com mais controle, mais inteligência e menos dependência.

Se existe um próximo nível para as agências digitais, ele não está em novas “ondas” do mercado. Está em construir operações que funcionam de verdade.

FAQ

O que é o Building Together 2026?

O Building Together 2026 é um movimento da Digital Manager Guru que conecta agências, tecnologia e parceiros com um objetivo central: ajudar empresas a vender mais, com mais lucro e menos complexidade operacional.

O Building Together é um programa de parceiros tradicional?

Não. Diferente de programas tradicionais, o Building Together não foca em comissões ou revenda de software. Ele é baseado na construção conjunta de soluções que geram resultado real para o cliente.

Qual o principal problema que o movimento resolve?

Ele resolve duas dores críticas do mercado:

  • perda de margem por taxas e comissões sobre vendas
  • ineficiência operacional causada por ferramentas desconectadas e falta de dados

Esses fatores impedem o crescimento sustentável.

O que muda na prática para uma agência?

A agência deixa de atuar como intermediária e passa a:

  • controlar o momento da conversão (checkout)
  • participar do resultado do cliente
  • criar novos serviços e fontes de receita
  • comprovar ROI com dados reais
Como a Guru se encaixa no Building Together?

A Guru funciona como uma camada de serviços sobre as vendas, conectando checkout, dados, automações e integrações para tornar a operação mais previsível e robusta.

É possível ter mais lucro sem vender mais?

Sim. Ao eliminar taxas sobre vendas e reduzir ineficiências operacionais, muitos negócios aumentam o lucro mesmo mantendo o mesmo volume de vendas.

Como medir se o Building Together está funcionando?

O sucesso é medido de forma simples e objetiva:

  • volume de vendas
  • faturamento líquido

Se esses números crescem, a operação está funcionando.

Preciso pagar para participar?

Não. O Building Together não é um programa pago, é um movimento.

Para fazer parte, o único requisito é usar a Guru na prática e aplicar essa lógica na operação dos seus clientes. Você pode começar com o teste gratuito de 14 dias, sem compromisso, para explorar a plataforma e validar o potencial na sua realidade.

Se fizer sentido continuar, basta seguir com um plano da Guru e evoluir junto com o movimento.

Você não paga nada a mais para participar.

O movimento é só para agências grandes?

Não. Ele é mais indicado para agências maduras ou em crescimento que querem sair do modelo de prestação de serviço e evoluir para um modelo de geração de receita.

Qual o maior diferencial do Building Together?

Ele muda o foco da agência: de vender ferramentas → para gerar resultado e lucro real. E isso transforma completamente a forma como a agência cresce e retém clientes.

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