Pequenos e médios empreendedores, nos mais diversos segmentos, sabem que manter a presença na internet é decisivo para seus negócios, pois permite ampliar área de atuação, melhorar margens, contribuir para crescimento das receitas.

A ideia de desenvolver um checkout próprio tem obtido cada vez mais adeptos. Lojistas, produtores digitais, empresas de software, consultorias e prestadoras de serviços tentam cada vez mais fugir de plataformas e marketplaces que cobram percentual sobre as vendas.

E o motivo é óbvio: pagar entre 6% e 10% do valor da venda pelo uso de uma plataforma pode custar facilmente mais de R$ 30 mil por mês para uma empresa que fatura acima de 6 dígitos. Diante desse cenário, é fácil chegar à conclusão que “para ter esse custo mensal, mais vale construir um checkout”.

Mas será que vale a pena desenvolver e manter um checkout próprio? Essa resposta você descobre durante a análise criteriosa que apresentamos a seguir.

Por que construir um checkout é caro e complexo?

Desenvolver e executar um projeto de software passa por contratar pessoas e cuidar das consequentes e necessárias manutenções e melhorias. Essa é uma atividade que demanda tempo: em média, um projeto pequeno demora de dois a quatro meses e grandes projetos podem exigir entre seis meses e um ano.

Um sistema de checkout próprio é composto por, no mínimo, três partes: (i) interface de pagamento; (ii) integração com intermediador de pagamento; e (iii) painel administrativo para monitorar os pedidos, gerar reembolsos e fazer outras operações.

É errada a percepção de que uma vez pronto um checkout, basta colocá-lo no ar e que todos os problemas acabaram.

Equipe construindo o checkout

Há ainda todas as mudanças que precisam ser feitas ao longo do percurso, em função de ajustes operacionais ou de comercialização, de mudanças legais ou tributárias.

Existem também os custos associados à hospedagem de servidor, banco de dados e sistema de monitoramento. Afinal, seu checkout não pode ficar fora do ar, certo?

Sistema de checkout geralmente possui um grande volume de uso, logo exige servidores mais potentes, fazendo o custo com infraestrutura variar entre R$ 5 mil e R$ 30 mil por mês, além dos custos envolvidos para manter um time interno de desenvolvimento.

Outsourcing de desenvolvimento versus fábrica de software

Uma alternativa para tentar reduzir os custos de manter uma equipe dedicada, seria recorrer ao outsourcing (terceirização) de desenvolvimento de software. Nesta modalidade, você tem à disposição os profissionais de tecnologia que precisa, sem o ônus dos encargos e obrigações trabalhistas.

Desenvolvedor programando

Outra opção seria contratar uma fábrica de software. Nesta modalidade, a contratada é responsável por desenhar e construir o sistema sob medida. Neste caso, a sua única preocupação é deixar claro para a equipe técnica quais são as expectativas em relação ao produto e ajudá-la a chegar à sua ideia final para o projeto.
Mas não se engane: nenhuma dessas opções é rápida ou de baixo custo!

Contratos de outsourcing possuem custos elevados além de um período mínimo de permanência. Criar um sistema sob medida pode custar de R$ 50 mil a R$ 500 mil e um tempo de projeto semelhante ao que um time interno precisaria para entregar o projeto. Além disso, você deve considerar um custo de manutenção de cerca de 20% do custo de desenvolvimento por ano.

No fim das contas, você pode acabar trocando seis por meia dúzia.

SaaS: a solução eficaz e de baixo custo

Agora vamos pensar juntos: se muitas empresas de diferentes segmentos e portes contratam sistemas prontos ao invés de construir um sistema próprio, por que você faria o contrário?

Adotar um sistema pronto, além de reduzir custos, permite manter o foco na atividade-fim. É por isso que o SaaS tem sido uma solução amplamente adotada pelas empresas.

A sigla em inglês se refere ao conceito de Software como um Serviço: você paga uma tarifa regular e tem acesso a um sistema pronto para usar. Conheça as vantagens em adotar um SaaS na sua empresa:

  • Custo controlado: ao invés de despesas crescentes com hardware, infraestrutura, desenvolvimento e contratação de profissionais de TI.
  • Disponibilidade e mobilidade: ausência de preocupações para manter a aplicação no ar e acesso ao sistema a partir de qualquer lugar.
  • Atualizações contínuas e incluídas: acesso a novas funcionalidades e melhorias sem pagar nada a mais por isso.
  • Foco na atividade principal: seu time pode se concentrar em vender seus próprios produtos e serviços e criar estratégias para manter o negócio em crescimento.

O que considerar na hora de contratar uma plataforma SaaS

Na maioria das vezes, um SaaS não vai ser contratado por um mês ou dois. Este é um serviço que vai ser consumido durante anos na sua empresa. Para evitar expectativas frustradas, é importante analisar as opções do mercado e considerar alguns fatores antes da contratação.

Comece validando a lista de funcionalidades. Quanto mais itens da sua lista de prioridades forem atendidos, melhor. Considere também os recursos adicionais, a flexibilidade do sistema e se há um histórico de melhorias recentes.

Um bom sistema de checkout deve possuir uma interface moderna, amigável e otimizada para dispositivos móveis. Também deve seguir as melhores práticas de segurança, possuir integração com vários intermediadores de pagamento e oferecer um suporte de excelência.

Outro quesito importante diz respeito a contratação e preço. Procure um fornecedor que ofereça planos com valores fixos e que não exijam contrato de fidelidade nem taxa de implementação. Dessa forma seu faturamento pode crescer exponencialmente enquanto o custo com a plataforma sofrerá um aumento linear, caso necessário.

A Solução Guru

Guru como o centro da torre de controle

Uma plataforma SaaS, como a Digital Manager Guru, possibilita receber pagamentos online e cuidar de toda a parte operacional do negócio por uma remuneração fixa. De forma fácil e rápida, você conecta um intermediador de pagamento e começa a vender no mesmo dia, sem precisar de equipe de TI.

Por meio da integração com mais de 90 ferramentas, a Guru permite gerenciar todas as atividades do negócio, desde a gestão de estoques ou emissão de notas fiscais até a viabilização de campanhas de e-mail marketing ou produção de relatórios gerenciais.

Concluindo

Apesar de tentador, construir um checkout próprio pode sair tão caro quanto permanecer em uma plataforma que cobra percentual sobre a venda.

Mergulhar em um projeto de software exige equipe especializada, tempo e muito dinheiro. Sem contar as constantes manutenções do sistema e melhorias na infraestrutura.

No fim das contas, faz mais sentido investir tempo e recursos na atividade principal do negócio e contar com um parceiro tecnológico para apoiar a operação. Portanto, se o foco é vender um produto ou serviço, é decisivo manter dedicação a isso e contratar um SaaS por mensalidade para suportar as atividades coadjuvantes como cobrar os clientes e emitir notas fiscais.

Pequenos e médios empreendedores conseguem escalar seus negócios quando mantêm foco na atividade principal. E você: está mantendo o foco no que realmente é importante para o seu negócio?

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